Vale conferir a iniciativa da Puma pra reduzir o volume de lixo das ciaxas de sapato.
@as empresas precisam aprender a lidar com isso

Sabe quando eu falo que as empresas precisam aprender a lidar com a transparência e o diálogo? Pois é; há uma mudança muito grande na forma de se comunicar com o mercado hoje. Primeiro, existem muitos públicos com quem a empresa precisa se comunicar. Depois, esta comunicação não pode mais ser unidirecional.
Acabou a era onde a informação era construída e depois disponibilizada. Hoje ela é provocada e depois segue se construindo. Segue pelas mídias sociais que misturam pessoa física e jurídica num processo inevitável. Seguem agregando opiniões de muitos e de muitas vertentes.
As ações precisam ser vistas de forma estratégica e é preciso preparação para lidar com o que ela gerará. Saber reagir à imprevisibilidade. A transparência e a preparação para estabelecer um diálogo franco, consistente e estratégico com os diferentes públicos é indispensável para qualquer empresa hoje. Para qualquer marca.
As reações acontecem em alta velocidade e isto pode levar ao erro. Muitas empresas agem mal, preparam mal seus executivos para lidarem com tamanha exposição. Depois, lidam mal com as conseqüências disso. O processo vira uma bola de neve transloucada e ninguém analisa direito pra entender aonde ela começou. A tendência continua sendo escolher alguém pra carregar a culpa e fingir que o problema estava ali.
Na minha opinião: Erro comum, mas que condenará algumas empresas que irão se perder nesta profunda mudança, que vai, inevitavelmente, demandar que as organizações sejam muito diferentes do que ainda são hoje!
Mais uma vez: Transparência e diálogo são indispensáveis, mas as empresas e seus executivos ainda precisam aprender a lidar com eles.
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Este vale a pena. Como um bom filme argentino, explora o psiquismo humano de forma rica e profunda. As emoções por trás das ações e, como não poderia deixar de ser, tem como pano de fundo algum dos dramas da Argentina. Os filmes argentinos sempre trazem um drama argentino como pano de fundo. Neste caso: A ditadura e a absoluta inversão e perversão da justiça e dos poderes. Aliás, é exatamente a complexidade da justiça que vem cavalgando neste filme. O que quer dizer justiça? O que é certo e o que é errado? Filosofia boa sobre o ser humano e a sociedade. Amor, vida, angústia e realização direto da tela pro estômago!
Não sei bem porque, mas esta questão da justiça e da restrição das liberdades sempre me pega fundo. Sou um democrata libertário, cada vez mais! Eu adorei o filme!
Na saída, infelizmente uma experiência paulistana. Saímos a pé do Kinoplex, no Itaim-Bibi e quase fomos assaltados! Por pouco, percebemos em cima da hora o cara se aproximando, dei um passo pra frente, olhei na cara dele e ele achou que ia dar trabalho e fazer barulho, tentou disfarçar pra pegar a gente de costas e foi o tempo de atravessar a rua meio correndo enquanto ele fingiu usar o orelhão. Roteiro paulistano quase completo! Que pena! Mas vale o filme!
Marcio Svartman é graduado em Marketing, especializado em Psicanálise dos Grupos e Mestre em Psicologia. É consultor e um dos idealizadores da consultoria SatyaWork Desenvolvimento Organizacional, diretor da Elos Comunicação e autor do livro “Você Pra Mim é Problema Seu!”. @marciosvartman

A FITA BRANCA (DAS WEISSE BAND) http://www.mostra.org/exib_filme.php?filme=28
Assisti ao filme e fiquei meio incomodado (isso é bom, o pior é não sentir nada…, eu acho). Achei um filme incômodo de assistir, angustiante e sinistro. Por fim, o filme é imponente como obra de ousadia, enquadramento e angustia a platéia com competência. Não chega a ser um suspense, pois tudo é absolutamente óbvio, mas o filme sabe mexer com quem vê. Vale a pena pra quem gosta de cinema. Pra quem gosta de ver de tudo como referências e conhecer o movimento desta arte, mas, pra mim, como passa tempo não rola muito não. Também não achei genial, não, mas…
De qualquer maneira, vale destacar como a tensão e as tragédias deste filme são todas provocadas e potencializadas por uma sociedade onde o diálogo não existe. Tudo é rígido, cheio de moralidades e regras. Inevitável que as angústias se manifestem de outras maneiras. Algumas revoltadas e outras veladas. Esse filme me fez lembrar como gosto da possibilidade de falar abertamente.
Considero que hoje, aprender a lidar com este formato totalmente aberto de comunicação representa o salto necessário pra sociedade. Políticos, governos, empresas, profissionais, pais, filhos, tios…todos terão de aprender a lidar com o diálogo. Esse desafio não pode ser subestimado, porque, em geral, isto é mal feito. Somos os reis do mal entendido e da raiva velada. Do feedback que não se escuta e da opinião que não se dá! Isso aí vai ter de mudar. Diálogo não quer dizer só poder falar tudo. Quer dizer saber escutar de verdade e usar o que se escutou pra mudar algo!
Somos todos stakeholders uns dos outros e temos de aprender a dialogar. Vai ser, no mínimo, interessante!
Marcio Svartman é graduado em Marketing, especializado em Psicanálise dos Grupos e Mestre em Psicologia. É consultor e um dos idealizadores da consultoria SatyaWork Desenvolvimento Organizacional, diretor da Elos Comunicação e autor do livro “Você Pra Mim é Problema Seu!”.

Na língua portuguesa, existem muitos coringas de linguagem. É uma espécie de figura de linguagem pau pra toda obra. Palavras que têm infinitos significados, símbolos que representam um mundo de coisas diferentes. Andei reparando, um dos coringas de linguagem mais usados é “os caras”. Esse tremo pode representar tantas coisas, mas tantas, que obviamente não cabem num post. De qualquer jeito, vamos a algumas das pessoas que “os caras” podem representar?
- Os fabricantes de um automóvel
“Os caras são muito burros de deixar o estepe acoplado fora do carro em um país como o Brasil”
- Os diretores de programação da Rede Globo
“Não acredito que os caras vão passar o jogo do Corinthians da Copa do Brasil ao invés da partida do Palmeiras na Libertadores”
- Os funcionários da CET
“Os caras são muito burros de colocar um farol nessa esquina”
- A tesouraria de sua instituição de ensino
“Os caras são sem noção, onde já se viu aumentar ainda mais a mensalidade?”
- O controle de qualidade de uma produtora de games
“Como os caras soltam um jogo em que acontece essa porcaria toda hora?”
- Protagonistas de um vídeo engraçado do youtube
“Nossa, os caras mandaram muito bem nessa idéia”
- O sujeito da frase anterior
“Adoro o irmãos Wachowski. Os caras são f#$@”
- Os técnicos da Telefônica, Net, Eletropaulo, etc.
“Os caras não marcam hora, só marcam ‘período da manhã, período da tarde’, que absurdo!!!”
- Sua turma do carnaval
“Os caras são muito barangueiros”
- O cliente
“Os caras tão loucos, nesse prazo não dá!!”
- Uma banda, caso você seja VJ da MTV
“Os caras do Radiohead estão chegando ao Brasil”
Viva a infinidade de possibilidades do português! Os caras que inventaram essa língua mandam muito bem!




