A situação é inusitada. Imagine, por um momento, que os sinais de trânsito ainda não tenham sido inventados. De repente, uma grande empresa, que se sente incomodada com os constantes acidentes dos motoristas, tem a brilhante idéia de criar a Placa de Pare.

Aí, chama a Agência para uma reunião em que explica, em detalhes, as necessidades da criação de algo desse tipo: qual o target, que mensagem a criação deve transmitir e qual é o melhor apelo para isso, entre tantas outras coias.

Enfim, nada muito diferente do que normalmente acontece entre cliente e agência. Na verdade, tem gente que acha que a relação entre os dois tem ficado tão previsível que é sempre muito fácil saber o que vai acontecer… Será mesmo?

A Unicef se compadeceu das agências. Por isso, criou, através de sua agência, o “Advertising Confession”, uma forma de fazer com que deixemos para trás os pecados cometidos na profissão, e comecemos 2010 com a consciência limpa.

A idéia é simples: você entra no site, informa sua função na agência, e confessa todos os pecados que cometeu no ano passado. Ou seja: você, criativo, que escondeu suas risadas a todo custo quando a idéia do seu colega foi rejeitada pelo cliente, ou você, atendimento, que não respondeu as chamadas do seu cliente por medo do que estava por vir, não precisa mais se preocupar. É só clicar lá, confessar tudo isso, e pronto! Pode começar o ano novo de alma lavada. Ah, sem falar que a Unicef vai converter seus pecados em uma quantia em dinheiro, que você pode doar, se quiser.

A idéia é muito boa e a brincadeira é bacana, vale a pena. Chefes, clientes e produtores também podem participar. É só copiar o link e colar no browser. Bom proveito!

http://www.publicis.pl/unicef/en/index.php

 (Comunicado Interno Elos: Pessoal, os boatos que dizem que o Márcio e a Chris terão acesso ilimitado às nossas respostas são totalmente mentirosos. O teste é anônimo, não tenham medo e respondam à vontade. Qualquer problema, não culpem o estagiário. Grato.)

O ano de 2009 foi marcado pela afirmação definitiva das Mídias Sociais no dia a dia das pessoas e das empresas no Brasil. Ao Orkut, site de relacionamento que faz sucesso absoluto desde a sua chegada por aqui, somou-se o Facebook, mundialmente famoso e que cansou de bater os próprios recordes no Brasil no ano passado, aumentando sua audiência em níveis bem superiores a 100%.

Além deles, o Twitter também virou febre nacional em 2009. O site, que preza sobretudo pela rápida troca de informações sobre os mais diversos assuntos, fez nossas empresas repensarem a maneira com que se comunicavam com os seus consumidores. Durante o ano que se passou, houve quem melhor se adaptou às mudanças lideradas pelo Twitter, e quem demorou um pouco mais a entender o funcionamento da nova ferramenta. Ainda assim, no fim de 2009, todos pareciam ter se rendido aos seus poderes.

Sites como Orkut, Facebook, Twitter, Myspace, Flickr e o fenomenal YouTube estão revolucionando a Comunicação. Falar disso em pleno início de 2010 parece, além de óbvio, bastante batido; discussões e debates sobre o Tema não faltam por aí.

Ainda assim, o advento de tais tecnologias trouxe conseqüências impressionantes e até certo ponto inimagináveis, principalmente para quem ainda não parou para pensar no assunto ou não se tocou de que essas mídias vieram pra ficar.

Por isso, pensei que seria interessante trazer o vídeo que segue, chamado “Did you know? 4.0”. Ele é, na verdade, a continuação de uma espécie de série que faz uso de dados estatísticos para questionar, afirmar ou mesmo refletir sobre diversos fatores. Ainda que a grande maioria dos dados refira-se aos Estados Unidos, todos os fatores abordados são de âmbito mundial, e vale a pena conferir cada versão de “Did you know?”.

A versão 4.0, como dito, se concentra no poder das novas tecnologias, e fez algum sucesso por aqui no ano passado; por isso, pode até ser que você já o tenha visto por aí. Se ainda não viu, aqui está a oportunidade perfeita.

De um jeito ou de outro, este vídeo está ou estará presente no nosso dia a dia, e é bom que nos acostumemos a ele o mais rápido possível.